
A meditação foi sempre enfatizada por todas as religiões. Segundo os Iogues o estado meditativo da mente é o estado mais elevado em que ela existe. Quando a mente está estudando um objecto externo, identifica-se com ele e se perde. Para usar a comparação do velho filósofo hindu: a alma do homem é como um pedaço de cristal, mas assume a cor de tudo que está próximo a ela. De tudo que a alma toque... retira sua cor.
A cor é tão forte que o cristal esquece-se de si mesmo e se identifica com a cor. Suponha que uma flor vermelha esteja junto do cristal e que o cristal absorva a cor, esqueça-se de si mesmo e pense que é vermelho. Nós todos assumimos a cor do corpo e esquecemos quem somos. Todos nossos temores, todas preocupações, ansiedades, dificuldades, enganos, fraquezas, o mal, derivam daquele grande erro crasso: Que somos corpos materiais.
A prática da meditação prossegue...
A cor é tão forte que o cristal esquece-se de si mesmo e se identifica com a cor. Suponha que uma flor vermelha esteja junto do cristal e que o cristal absorva a cor, esqueça-se de si mesmo e pense que é vermelho. Nós todos assumimos a cor do corpo e esquecemos quem somos. Todos nossos temores, todas preocupações, ansiedades, dificuldades, enganos, fraquezas, o mal, derivam daquele grande erro crasso: Que somos corpos materiais.
A prática da meditação prossegue...
O cristal sabe o que é, adquire sua própria cor...
É a meditação que nos leva mais perto da verdade do que qualquer outra coisa...!
Desafio-te a desafiares-te...

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