terça-feira, 8 de julho de 2008

Gargalhada




"Rir é bom remédio"

Quanta sabedoria está encerrada nos dizeres do povo!

Na busca por uma imagem para etiquetar esta mensagem conforme queria, mais uma coisa me saltou à vista! Inumeras imagens de bébés e crianças apareceram e bastante menos de adultos à gargalhada!

E realmente é um facto! Não está em vias de extinção, mas há muita gente que se esquece do poder de uma boa gargalhada!

E já que estou num espírito proverbial, cá vão mais uns ditos! Divirtam-se...

"Tristezas não pagam dívidas";

"Mulher que ri, meio caminho para a cama";

"O sorriso custa menos do que a electricidade e dá muito mais luz";

"Viver é uma das coisas mais raras do Mundo";

"Por maior que seja a o buraco em que te encontras, sorri, porque, por enquanto, ainda não há terra por cima";

"O Homem é igual a uma caixa frogorífica: é só encher de cerveja que podes levá-lo para qualquer lado";

"Se não puderes ajudar, atrapalha! Afinal o importante é participar";

"Sempre que possível, conversa com um saco de cimento. Nesta vida só devemos acreditar naquilo que um dia será concreto";

"Se caminhar fizesse bem, o carteiro seria imortal";

"Deus criou o homem antes da mulher para não ouvir palpites";

"Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre";

"Se ferradura desse sorte, burro não puxava carroça"

Deixo a minha opinião...
Ser feliz e alegre é uma decisão e não uma obra do acaso...

2 comentários:

Unknown disse...

Oi AMIGO!
Adorei ler o teu blog...
Beijo grande desta amiga (apesar de ser um cadinho "desnaturada" heheh)
Ana Filipa

Quitéria disse...

"A gargalhada nem é um raciocínio, nem uma ideia, nem um sentimento, nem uma crítica: nem é o desdém, nem é a indignação; nem julga, nem repele, nem pensa; não cria nada, destrói tudo, não responde por coisa alguma! E no entanto é o único inventário do mundo político em Portugal. Um governo decreta? Gargalhada. Fala? Gargalhada. Reprime? Gargalhada. Cai? Gargalhada. E sempre a política, aqui, ou pensando, ou criando, ou liberal ou opressiva, terá em redor dela, diante dela, sobre ela, envolvendo-a, como a palpitação de asas de uma ave monstruosa, sempre, perpetuamente, vibrante, cruel, implacável – a gargalhada!" Eça de Queiroz

Achei que combina!!! Abraços